17/01/2017 às 14h50min - Atualizada em 17/01/2017 às 14h50min

Artilheiro Skilo ainda espera pelo gol

Ele foi o artilheiro da Terceirona do Mineiro em 2015, marcando nove gols pelo Novo Esporte, de Ipatinga. Despertou o interesse do USC e veio para o Colorado, onde, em 2016, no Módulo II, anotou mais nove tentos e foi o artilheiro do time. Após passagem pelo Patrocinense, voltou ao Uberaba, mas ainda não balançou as redes. Douglas Skilo ainda espera pelo gol.

Na pré-temporada, o Zebu fez quatro gols em cinco jogos, nenhum deles marcado por atacante. O setor ofensivo precisa melhorar, como admite o técnico Wantuil Rodrigues, e Skilo está no bolo. Porém, o jogador não está nervoso para desencantar. Ele demonstra tranquilidade na espera para tirar o ataque alvirrubro da “seca”.

“É normal chegar ao jogo um pouco desgastado pela semana, estamos na pré-temporada ainda. Na semana da estreia vamos ter um descanso e poder ficar concentrados no jogo. Jogo é jogo e treino é treino. O ataque vai encaixar e vão sair os gols, a torcida pode ficar tranquila”, diz o atacante.

Skilo segue o discurso do treinador: com o tempo, o entrosamento dos atletas vai fazer os gols aparecerem.

“A gente começou em dezembro, antes de todo mundo, o que é bom para rever os erros e consertar, ainda dá tempo. Falei com o professor que não finalizei nos últimos jogos. O entrosamento vem com o tempo, na competição vão sair os gols, nossa equipe está na frente das outras, pelo trabalho que vem fazendo”, destaca.

O atacante lembra que a história foi parecida em sua primeira passagem pelo Uberaba e, para quem ficou em dúvida, ele respondeu com gols nos jogos valendo pontos. “No ano passado não fiz gol em nenhum amistoso, acabei não atuando do jeito que eu tinha que atuar. Mas na estreia contra o Patrocinense fiz gol, nos últimos jogos do hexagonal fiz gols, fui o artilheiro do time”, recorda. “Não é desculpa, mas na pré-temporada você não está o melhor possível, você tem que estar na estreia”, frisa.

O jogador não faz questão de ser artilheiro de novo. Ele prefere que aconteça o que não aconteceu em 2016: o acesso. “No ano passado o trabalho foi bom, faltou o acesso. Em dois jogos a equipe pecou defensivamente, porque ofensivamente foi muito bem. Agora, cabe ao professor colocar os melhores, quem ele achar que encaixa melhor no ataque. Eu ficando de titular ou reserva, só estou com a cabeça no acesso”, finaliza.


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