10/01/2017 às 19h30min - Atualizada em 10/01/2017 às 19h30min

Mãe tenta conseguir cirurgia que pode evitar amputação de pernas do filho

Se pudesse trocar de lugar com o filho, não hesitaria. Típico comportamento de mãe, cujo amor ainda não pode ser medido.

É em uma das casas populares do conjunto habitacional Ilha de Marajó  que encontramos um desses exemplos maternos que desafia o tempo e a passos largos, luta para dar ao filho, a chance de ter uma vida com mais acessibilidade.

A faxineira Joyce Cristina Alves, 30 anos, e o esposo que é motorista, tentam compensar a dor de esperar por uma ajuda financeira que pode mudar o futuro do pequeno Kauã Lincoln, de 1 ano e 9 meses, que vive numa casa onde carinho sobra, mas falta dinheiro.

O caçula do casal, que tem outras duas filhas de 10 e 6 anos de idade, nasceu com uma má formação congênita de tíbia que afetou o desenvolvimento dos membros inferiores. “Eu soube que o Kauã não tinha formado por completo as pernas e pés após o parto, nos exames que fiz durante o pré-Natal nenhum médico falou sobre isso”, explica.

A rotina de mãe e filho, desde os 17 dias de vida do garotinho, se resume a buscar tratamentos que possam amenizar o desconforto da criança. Joyce e Kauã seguem de ônibus do transporte coletivo até o Centro de Reabilitação onde são feitas algumas sessões de fisioterapia e também para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, onde ocorrem as consultas com um médico ortopedista. “Não sei mais como fazer, porque as fisioterapeutas estão dispensando meu filho dizendo que já passou da hora da cirurgia e percebo que o pé dele está entortando”.

Inconformada com a sentença que recebeu sobre a saúde de Kauã, Joyce não desistiu de encontrar uma solução. “O ortopedista de Uberaba disse que é preciso esperar mais um ano para fazer uma cirurgia e se não der certo, as duas pernas do meu filho teriam que ser amputadas; fiquei desesperada e comecei a pesquisar sobre o assunto, até que encontrei na internet, num grupo de mães de crianças com o mesmo problema, um médico que é especialista no caso e já recuperou outras crianças”, revela.

Com a esperança de poder dar ao filho a oportunidade de andar, a família enfrenta o obstáculo financeiro.  O especialista que atende no Rio de Janeiro, cobra R$ 300 pela consulta e o procedimento cirúrgico custa em média R$ 100 mil. “Salvar meu filho significa tudo para mim; dói sempre que ele vê um chinelinho e tenta calçar, e quando vê as outras crianças correndo e brincando, fica doido para ir também”, finaliza.

Quem puder ajudar a família com alguma doação, pode depositar qualquer quantia na conta poupança vinculada à Caixa Econômica Federal, agência 0160, operação 013, conta 00037786-7 ou ainda entrar em contato pelo telefone (34) 8866-4780.


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