09/01/2017 às 20h33min - Atualizada em 09/01/2017 às 20h33min

Café entre Aspas: Tito Rios

Em Uberaba há oito anos, o músico, poeta, intérprete e compositor mineiro, Tito Rios, nasceu em Araguari e ouviu desde cedo o melhor da música brasileira, sendo ela caipira, bossa, samba ou rock. Seu Primeiro contato com instrumentos musicais foi aos nove anos. Influenciado por artistas como Milton Nascimento, Tonico e Tinoco, Pena Branca e Xavantinho,Jair Rodrigues, Elis Regina, Chico Buarque, Vinicius de Morais entre outros ícones da boa Música Popular Brasileira, e também por estilos como Jazz, Fox Trote, Folk e Rock, desenvolveu um estilo próprio, colando sua marca em cada canção que interpreta.

Multi-instrumentista, bastante requisitado pelos bares da vida, começou a compor seu próprio material em 2004, trazendo em cada canção os traços de uma personalidade forte e fértil, melodias, harmonias e letras marcantes, deixando sempre em evidência valores poéticos e musicais.

Em 2008 lançou o EP Diálogo, com musicas e letras próprias, e arranjos de Lucas Roza, em meados de 2015 lança seu segundo trabalho, o EP "Tito Rios" Com influencias da música pop e ritmos do congado de Minas Gerais com um pitada de Lisérgica, com parcerias com André Salomão e Lucas Veiga. Em 2016, Lança o Single "Entre Asas", uma viagem progressiva por ritmos e sensações. 


Quando se deu conta de que queria trabalhar com arte? Tenho essa confirmação toda vez que subo ao palco, sento num banquinho pra tocar violão, sei lá, acho que não tive escolha, a arte me escolheu.

 O que é um dia produtivo pra você? Aqueles dias que faço bastante som, componho, cantando, quando brinco com minha família, depois me deito com minha companheira pra assistir um seriado até pegar no sono. Acho q isso é um dia produtivo.

Qual sua noção de felicidade? E de infelicidade? Sou uma pessoa feliz, tenho meus momentos de mau humor, claro, mais acho que felicidades e estar em paz consigo e a infelicidade é não estar em paz consigo mesmo, sei lá, acredito que num final tudo vira musica.

 O que é indispensável no seu cotidiano? Ter um instrumento musical por perto, minha família, um bom vinho!

 Indique algo pra ler, ver e ouvir. Fernando Pessoa,  "O guardador de rebanhos". “Meia noite em Paris”, do diretor Wood Allen. Disco “Chegada” de Naná Vasconcelos

O que é a vida? É o efêmero, uma oportunidade.

Quem, vivo e morto, você gostaria de convidar para um café? Hemingway, Drummond, Tom Jobim, Gil, Mestrinho, Hermeto pascoal, mais um tantão de gente!

 
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