04/01/2017 às 12h38min - Atualizada em 04/01/2017 às 12h38min

Nacional programa eleições para o fim do mês

O Nacional Futebol Clube programa para o fim do mês as eleições para o Executivo e também para o Conselho Deliberativo. O processo deve ocorrer no dia 27, a partir das 19h.

Segundo o presidente do Naça, Márcio José da Silva, a documentação referente às eleições está sendo analisada pelo departamento jurídico do clube para posterior publicação do edital. “O conteúdo está sendo revisado, para ver se está tudo de acordo com as normas do estatuto, se há algum impedimento, e depois da consulta será divulgado o edital. É preciso esse cuidado, porque se houver alguma irregularidade, a eleição pode ser invalidada”, ressalta.

O diretor Toninho Oliveira explica que poderão votar os conselheiros do Nacional. “Sócios, não, porque não temos nenhum sócio em dia. Se estiver tudo certo com o edital, a eleição fica marcada para o dia 27, devendo ficar entre os conselheiros”, comenta.

Por enquanto, nenhuma chapa de oposição se manifestou. Assim, pode ser que Márcio continue como presidente do clube e Hamilton Félix permaneça como líder do Conselho – em que pese o presidente do Deliberativo afirmar que abriria mão do cargo.

“Não sabemos de outros interessados, mas, se aparecer alguém, não faço objeção. Vamos somar pelo clube, posso continuar ajudando de fora. Já tenho mais de 50 anos de Nacional e queremos sempre estar envolvidos”, pontua.

Futebol profissionalMárcio Silva afirma que a intenção é fortalecer as categorias de base do Alvinegro da Rodovia. A participação no Regional sub-20, no qual o Elefante foi vice-campeão no ano passado, foi o primeiro passo para a formação de uma equipe que venha a disputar o profissional (no caso, a Terceirona do Mineiro), e o projeto deve ser mantido. As categorias inferiores, e não apenas o time Junior, também devem ser olhadas com carinho.

“Para falar em futebol profissional, se a gente permanecer, é claro, temos que pensar primeiro na base. Como o campeonato deve acontecer no segundo semestre, teremos tempo de planejar, mas o começo é a base forte”, assinala.

O pensamento é compartilhado pelo presidente do Conselho, Hamilton Félix. “Precisamos da prata da casa. Você contrata medalhão e antes do campeonato acabar ele já está pensando em sair. Temos exemplos de time com pratas da casa que tiveram mas resultados”, explana.

Para a formação do time profissional, Hamilton fala em parceria. “O torcedor quer futebol, sem futebol profissional não tem sentido. O futebol do interior está muito deficitário, você vê times como Formiga e Minas Boca desistindo. Então vamos organizar e buscar uma parceria, não ficar procurando um, procurando outro, porque todos vão alegar que o momento econômico não é bom. Por isso o ideal seria uma parceria para formar o time. É melhor pagar pouco, mas em dia. Aí o jogador dá o sangue”, conclui.


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