28/11/2016 às 22h30min - Atualizada em 28/11/2016 às 22h30min

Palmeiras campeão brasileiro deixa torcedores uberabenses eufóricos

A conquista do título brasileiro (o “enea” oficialmente) pelo Palmeiras no último domingo deu aos torcedores um gostinho que há muito tempo não saboreavam. A última conquista do Verdão no campeonato havia sido em 1994. Foram 22 anos com o grito de “É campeão” (pelo menos do Brasileiro) entalado na garganta.

Em Uberaba, não faltou festa por parte dos apaixonados pelo time alviverde. Raphael Ciabotti Nogueira, 32 anos, palmeirense desde o nascimento, fala que não foi fácil ficar 22 anos sem levantar o título nacional. “Nós torcedores queremos o título brasileiro sempre”. Ele espera que no ano que vem cheguem reforços de peso e que a diretoria continue com o trabalho feito, pois a torcida espera mais título.

Rodrigo Santos Evangelista dos Reis, 25 anos, é palmeirense há 25 anos. “Depois do jogo contra o Inter, tinha a certeza do título. O Verdão tinha dois jogos em casa, o Galo estava focado na Copa do Brasil, Flamengo e Santos não faziam seus resultados. O Palmeiras fazia a sua parte, só um desastre para perder o título”, recorda. Rodrigo acompanhou o jogo do título (vitória de 1 a 0 sobre a Chapecoense) na casa da namorada e depois foram para a avenida Santos Dumont comemorar com os demais palmeirenses.

Cleiton Menelau, de 30 anos, é palmeirense “desde bebê”. “Assisti e comemorei com meu pai primeiro, depois fui com meu irmão para a carreata e paramos no Santos Dumont”. Cleiton sentiu confiança no título quando o Porco empatou o jogo diante do Flamengo. Mesmo não fazendo um bom jogo – saiu perdendo e conseguiu um empate com Gabriel Jesus – a atuação foi a certeza que precisava.

Daniela de Lima Carneiro, 26 anos, é palmeirense desde criancinha. “Pela minha idade, foi como presenciar a conquista de um título pela primeira vez. Comemorei muito, e após o título, fiz questão de fazer a cabeça de meus filhos, para serem palmeirenses porque foi o time que ganhou”, declara. Daniela comenta sofre demais nos jogos, fica nervosa e muito tensa. “Espero que o time continue no mesmo ritmo para a Libertadores”.

Peterson Bento Ribeiro, 24 anos, é palmeirense desde os sete anos. “Eu tinha confiança desde o início, porém tive a certeza que seriamos campeões quando vencemos o São Paulo de virada no segundo turno”, relata. Ele acompanhou o jogo ao lado da família, todos apaixonados pelo Palmeiras, e em seguida foi comemorar na carreata com a torcida, que teve o desfecho na avenida Santos Dumont.

Pablo Roberto Martins Magnabosco, 37 anos, se diz palmeirense desde que nasceu. “Depois daquela sequência de jogos difícil que o Palmeiras passou, se não me engano foram 15 pontos disputados e 13 conquistados, ali vi que o Palmeiras não perdia mais o título”. Pablo destaca o bom momento do Verdão, que no ano passado foi campeão da Copa do Brasil. Ele vê o futuro do time passar pela permanência ou não de Cuca e pela chegada des novos jogadores, já que o Palmeiras perderá alguns atletas.

Raquel Beatriz Vieira, 34 anos, se tornou palmeirense “assim que começou a falar”. “Tinha combinado um monte de coisas para fazer e no fim não fiz nada. Acabei assistindo sozinha em casa, sofrendo e chorando junto com os torcedores na transmissão. Depois, fui comemorar com meu pai que também é palmeirense”, relata. Raquel fala que a sensação do título foi como matar a sede no deserto e comer depois de sete dias sem se alimentar.

Na campanha (falta uma rodada a ser disputada), o Palmeiras obteve 23 vitórias, seis derrotas, oito empates, 60 gols marcados e 31 sofridos (melhor ataque e melhor defesa). Os torcedores foram unânimes em dizer que o título foi merecido pela campanha e que acreditam no Verdão em 2017 para disputar mais títulos e fazer a alegria dos palmeirenses.


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