28/11/2016 às 20h55min - Atualizada em 28/11/2016 às 20h55min

Seminário discute uso problemático de drogas na cidade

Dezenas de pessoas lotaram  o auditório da FIEMG Regional, nesta segunda-feira, para participar do Seminário Redes Cuidado Integral: Enlaçando as Redes Intersetoriais para o cuidado integral às pessoas que fazem uso problemático de Drogas.

O evento, voltado para trabalhadores da saúde, assistência social, esporte, segurança, cultura e habitação, tem como objetivo capacitar os profissionais que atuam na linha de frente com estes usuários e seus familiares.

O município foi beneficiado com o Projeto Redes, da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas, do Ministério da Justiça (SENAD) em parceria com a Secretaria de Saúde, a partir da adesão ao Plano Crack, é Possível Vencer,  em   novembro   de 2013.

Segundo o Interlocutor do Projeto Redes em Minas Gerais, Jadir de Assis, trabalhar de forma segmentada não produz um resultado positivo na vida dos usuários é preciso unir forças e forma parcerias em diversos segmentos da sociedade para combater de forma efetiva o uso de drogas.

“Além de integrar é preciso constituir uma câmara técnica com diversas políticas integradas, demonstrar a força  de uma política integrada para cuidar desde usuários.  De uma forma mais sensível mais humana e muito mais real. Que é uma das marcas do projeto Rede. Ele e chama o município para discutir este paradigma".

O secretário  Adjunto de Educação, Eduardo Calegari acredita que a situação precisa ser revertida o mais rápido possível. ”Quando perdemos um aluno para as drogas a sensação é de impotência. Investir na educação envolvendo toda família é primordial para um bom resultado. Nos temos o projeto Escola Família Família. Estamos tendo resultados fantásticos com este projeto. Vale a pena realmente recuperar o ser humano e nós estamos aqui pelo ser humano.”

Para Andreia Ruzzi, coordenadora do Centro Regional de Referência da UFTM, as parcerias são importantes para traçar um trabalho estratégico para o combate às drogas. "A partir da demanda local estamos conseguindo trabalhar com a real necessidade da comunidade. Esta questão tem que ser trabalhada na rede, tem que ter o envolvimento de  parceiros, ou seja, daqueles  profissionais que na verdade estão lá  na ponta".


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