02/11/2016 às 10h44min - Atualizada em 02/11/2016 às 10h44min

Rua no Josa vira “lixão” cheio de água parada

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Área está cheia de entulhos, moradores dizem que vem gente de longe jogar lixo no local - FOTOS UBERABA POPULAR[/caption]

A rua Renato José Prudêncio, no bairro Josa Bernardino, fica ao lado da linha de trem. Entre a rua e a via férrea, há uma faixa de terreno que virou uma espécie de lixão. Na área, são jogados sacos de lixo, restos de materiais de construção, móveis quebrados e até televisões. Em meio ao entulho, muitos recipientes que acumulam água. O UP viu que vários deles estavam cheios de água da chuva e podem ser criadouros do mosquito aedes aegypti, que transmite dengue, zika e ckikungunya.

Morador do bairro, Francisco Baltazar diz que tem gente que vem de longe para jogar lixo no local. “Agora com as chuvas, tem o perigo da dengue, porque tem água parada aí. Já nos reunimos para limpar o terreno, tirar o mato, ver se o pessoal tem consciência, mas não adianta, continuam jogando lixo”, reclama.

Com muito material de construção amontoado, a água acumula principalmente em latas de tinta e vasilhas do tipo. São vários pontos com entulho ao longo dos quarteirões.

A Prefeitura já esclareceu ao Uberaba Popularque a população deve destinar entulho aos ecopontos, espaços gratuitos onde cada pessoa pode descartar um metro cúbico de volume, o que equivale a uma carroça. Próximo do Josa Bernardino, há as unidades do Amoroso Costa e do Estados Unidos. Denúncias podem ser feitas pelo “Fala Cidadão” (0800-940-0101 ou 3318-8000). Em caso de infração, o Departamento de Posturas pode aplicar multa que chega a 17 Unidades Fiscais do Município, ou seja, até R$ 3.349.

Sobre os possíveis focos do aedes aegypti, o diretor de Vigilância em Saúde do Centro de Controle de Zoonoses, Nelson Ranieri Tirone, atendendo a reportagem, informa que, no fim de outubro, com a chegada das chuvas, foram intensificados as ações de combate ao mosquito. “Aos sábados são realizados os mutirões, por região, tirando de terrenos materiais que acumulam água, chegando a usar dez caminhões. E durante a semana está tendo mais motofogs (motos que pulverizam veneno contra o mosquito transmissor nas ruas), que agora passam de manhã e à tarde”, afirma.


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