31/10/2016 às 16h31min - Atualizada em 31/10/2016 às 16h31min

Polícia Civil conclui investigação sobre morte de agente, mas suspeitos continuam soltos

A Polícia Civil de Uberaba divulgou nesta segunda-feira (31) detalhes sobre o fim da investigação da morte  da agente penitenciária Vivian Cristina Medeiros, 38 anos.

Para a Polícia,  o assassinato foi uma determinação da facção criminosa PCC, o Primeiro Comando da Capital, numa ação chamada de “Opressão ao Sistema”. Na ocasião, dezesseis dias após a morte de Vivian, a facção ordenou a morte de outro agente penitenciário, um homem de 49 anos, desta vez, na cidade de Uberlândia. “Vivian não era um alvo pré-estabelecido, ela foi atingida porque passou no local no dia em que os bandidos decidiram matar”, explicou o delegado chefe do 5º Departamento de Polícia Civil, Heli Andrade.

O crime foi na manhã do dia 31 de julho do ano passado. A agente estava em uma moto e chegava na penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira, quando foi surpreendida pelos criminosos. Ela foi morta com 11 tiros de pistola. A perícia esteve no local.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, seis homens teriam participado do crime, três foram responsáveis pelos tiros que mataram Vivian. Mas apenas um deles está na cadeia. M.A.S. foi preso após cometer um latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Cinco homens ainda estão nas ruas, em liberdade. “Já solicitamos a justiça os mandados de prisão, esperamos que nos próximos dias isso aconteça para que o grupo responda pelo crime”, finalizou  o delegado Heli Andrade.


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