14/10/2016 às 13h49min - Atualizada em 14/10/2016 às 13h49min

Uberabenses participam da Noite Literária em Uberlândia

Os escritores uberabenses Nícollas Ranieri e Zé Alfredo Ciabotti participam nesta sexta-feira da Noite Literária, um sarau mensal realizado em Uberlândia pela Editora Subsolo, com apoio do Programa Municipal de Incentivo a Cultura daquela cidade. Leituras, um bate-papo com o público e a banda de jazz Link to the Farley Shit são as atrações.

A Noite Literária já recebeu diversos autores renomados. “Os menos conhecidos somos nós”, comenta Zé Alfredo. Para muitos desses “menos famosos”, entretanto, o evento já foi um “divisor de águas” que serviu como impulso na carreira. É uma oportunidade.

Quem sãoNícollas Ranieri é poeta e estudante de Letras. Publicou, em 2005, o livro Fragmentos. Colaborou em revistas, livros e publicações eletrônicas. Participou de vários eventos literários e antologias. Foi selecionado para as exposições “Mostra Internacional de Poesia Visual e Eletrônica” e “Poesia Agora”, ambas no Museu da Língua Portuguesa. Já traduziu diversos poetas.

Zé Alfredo Ciabotti é escritor há cinco anos, tendo lançado alguns livretos de forma “artesanal”, como ele diz, até publicar “O Amor pode ter fim... e outros contos”, em 2015. É idealizador do jornal literário MUH!, que circulou entre 2012 e 2013. Teve seus microcontos publicados em diversas antologias pelo país. Participou de eventos e feiras literária em cidades como Rio Novo, Uberlândia, Araxá e Ribeirão Preto. Os textos de sua nova obra, “Coisas de um coração vira-lata”, estão prontos, e o livro está em fase de produção.

Além de Nícollas e Zé – que estão entre os coordenadores do projeto Cupim Literário –, também participa da Noite Literária o escritor Ubirathan Brasil, de Rio Preto-SP.

PopularZé Alfredo, que também é repórter do Uberaba Popular, define-se como um escritor do povo. “Já me perguntaram se eu me inspiro em Nietzsche (filósofo alemão), sendo que eu conto histórias das ruas; se um texto meu foi inspirado em Chico Buarque, e eu cresci ouvindo Amado Batista e Raça Negra, que meu pai escutava. Não tenho a menor pretensão de escrever para acadêmicos, e sim para o povo. Fico mais satisfeito se meu texto for discutido num boteco do que numa universidade”, explana.

O primeiro livro de Zé, “O amor pode ter fim...”, tem crônicas curtas, para incentivar quem não tem o hábito a passar a gostar de ler.

Compareça!A Noite Literária acontece no restaurante Carmelita, na avenida Nicomedes Alves dos Santos, nº 115, Centro (antigo Porão Bar), a partir das 19h. A entrada é franca.


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