06/06/2012 às 09h16min - Atualizada em 06/06/2012 às 09h16min

Ratinho diz não ao Elefante

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Juninho Ratinho nega acerto com o Nacional[/caption]

Comendo pelas beiradas. Após a entrevista do REPLAY com o técnico do Nacional, Luiz Alberto Medina, tirei algumas conclusões. Primeiro que o torcedor pode tratar de ter calma, porque o maior medo da diretoria é meter os pés pelas mãos e entornar o caldo. Os alvinegros não farão leilão de jogadores para ganhar campeonato. Segundo que a base é mesmo a menina dos olhos do clube. Não falo que o time que a gente viu jogando no Júnior possa revelar grandes craques do futebol e, logo, se transformarem em mina de dinheiro, mas a comissão técnica e o corpo de diretores do clube apostam no retorno do trabalho com a molecada.

Sensato. Medina demonstrou estar com os pés no chão. Ele já mapeou todas as dificuldades que enfrentará e reconhece as deficiências do seu grupo. Contará, como ele mesmo disse, com a competência de todos os envolvidos e uma dose gigantesca de sorte.

Café da manhã. Pelo jeito, o Nacional quer mesmo fazer as pazes com a cidade que o acolhe. No próximo sábado, o Naça promove uma manhã diferente para os idosos do Asilo São Vicente. Além da recreação no clube social, será oferecido um café da manhã. Estão todos convidados!

Saber ouvir. Tem muita gente precisando aprender interpretar melhor o que ouve. O diretor do Naça, Luiz Alberto Cecílio, saiu queimado da história de ter convidado Ernani Nogueira para a diretoria de futebol do Nacional. Conheço o Luiz Cecílio e saio em defesa do dirigente. Embora seja amigo do Ernani, Cecílio nunca confundiu as coisas, muito menos os times.

Explicando a conversa. O fuxico aconteceu no dia do empréstimo do lateral Éder. O ex-dirigente do USC teria oferecido outros jogadores ao Nacional e o Luiz, por infelicidade, brincou com o Ernani, na frente de um colega da imprensa, dizendo que não estava precisando de mais jogadores. “Não preciso de outros jogadores, preciso de dirigente. Vamos para lá Ernani”, foi o que disse o diretor. O fato é que se a todo instante a imprensa for divulgar as brincadeiras que rolam nos bastidores do futebol, muito repórter precisará trocar o microfone e o gravador por agulhas e cordão de tricô.

Não e não. Quem apostava que o Naça acertaria a contratação do atacante Juninho Ratinho, pode esperar. Não descarto que ela aconteça, mas, por enquanto, o jogador disse nem falou sobre salário com a diretoria.

Trabalho. Juninho, que é professor de Educação Física, falou que está trabalhando e isso pesa na hora de acertar com o clube. Há quem diga que Ratinho é melhor remunerado no futebol amador, por isso a incerteza.

Palco e festa. A quantidade de pessoas que acompanhou a final do Master chamou a atenção. Os fabricianos fizeram a festa e comemoram o título de campeão. Vitória sofrida até a última cobrança de pênalti. Parabéns Fabrício!!!

Mais um time. Ainda sobre a final do Master, se contássemos os políticos presentes no Glayer Leite, no último sábado, daria outro time de futebol. Alguém tem sugestões para nomearmos a agremiação?

Merecido. Quando acompanhei o jogo da primeira fase entre Barcelona e Koréia, no Amador Módulo C, não imaginei que os dois pudessem chegar juntos à final, porém, que as duas torcidas, já, naquele domingo, mereciam algum prêmio, quanto a isso não tive dúvidas. O título foi para o Koréia, mas os torcedores dos dois times abrilhantaram a competição.

Ajuda aí. O presidente da LUF, Roberto Carlos Fernandes não cansa de dizer que o futebol amador é um braço social importante. Não discordo. Algumas falhas ainda são percebidas. Quesito segurança é importante e acho que as atitudes dos jogadores em campo contribuem, e muito, para as ações dos torcedores do lado de fora dos alambrados. Então, o recado vai para os jogadores e dirigentes esquentadinhos do amador: Ajuda aí, vai. Pra quê estragar a festa?

Reclamam de tudo. Tem muita gente que reclama das condições oferecidas pelas disputas promovidas pela LUF. Não só quem joga, mas quem está de fora dos gramados. Minha opinião é: quer melhor? Vá cobrir, assistir e disputar as Olímpiadas, em Londres!

Expectativa. Muita gente vive a expectativa de ver o estádio Uberabão ser escolhido para ser Centro de Treinamentos das seleções em 2014. Admiro o empenho do diretor de autarquia do estádio, Marcelo Rossetti, mas não acredito que o sonho possa se tornar realidade. Apesar das obras para melhoria do velho e cansado João Guido, como os mineiros falam: tem trem demais pra ser feito, sô!

Despertador. Tem muito árbitro e auxiliar da LUF precisando ganhar um despertador para chegar no horário certo para início das partidas. Tá cheio de dorminhoco perdendo a hora, principalmente aos domingos.


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