14/04/2021 às 10h48min - Atualizada em 14/04/2021 às 10h48min

Amigos e familiares lamentam a morte de Josino Corrêa

O mecânico industrial faleceu nesta quarta-feira (14), no Hospital Dr. Hélio Angotti, por complicações de um câncer no fígado.

Janaína Sudário


Amigo querido e pai atencioso, assim amigos e familiares descrevem o Josino Corrêa Lima Neto que morreu na madrugada desta quarta-feira (14), no hospital Dr. Hélio Angotti, em decorrência de um câncer do fígado. O velório acontece no salão da Funerária Pagliaro, das 12h às 14h. O corpo será encaminhado para o Parque dos Buritis, em Uberlândia, onde será cremado. 

Josino era uma das grandes personalidades do bairro Fabrício, onde fez amigos de uma vida inteira. Formou-se em jornalismo, mas nunca atuou. Era reconhecido por suas habilidades como mecânico industrial e, recentemente, conquistou a aposentadoria. 

Casado com Cristina, esposa e grande amiga, pai da Luana Loren, do Lucas Dilan e da Lorena Lee e avô do Pedro, Josino descobriu a doença há sete meses. O câncer começou no fígado e teve metástase para os ossos. Segundo Lorena, ele não gostava de sentir dor e pediu para que fosse cremado. "Meu pai era maravilhoso. Um homem muito humano que sempre colocou os filhos em primeiro lugar. Evitou encontrar os amigos desde que ficou doente. Não queria que ninguém o visse para que as pessoas se lembrassem dele como sempre foi: alegre e saudável". 

Para o amigo Antônio Carlos Prata, Josino era sinônimo de paz. "Ele era um ser humano puro, amigo, humilde e incondicionalmente solidário. Muito querido por todos, ele sempre tinha uma palavra amiga para quem quer que fosse". 

Amigos por mais de quatro décadas, Lélio Cipriani conta que trabalhou com Josino na extinta Botinas Zebu. "Perco um amigo de uma vida inteira. Amigo e pai amoroso. Trabalhamos juntos na Zebu. Josino é de uma cultura ímpar, bondade enorme e sempre preocupado com o próximo. De poucas palavras, mas de presença sempre que precisávamos. Nos deixa uma enorme lição de não nós metermos na vida alheia e não deixar que ninguém entre na nossa. Só tenho a agradecer pela longa e boa convivência". 

Viver da melhor forma possível, é a grande licão deixada pelo amigo Josa, lembra Luiz de Minas. "Conheço o Josa desde os anos 70. Ele sempre foi uma pessoa diferenciada. Amigo dos amigos, sempre atencioso, alegre e fazia a gente rir muito com as suas piadas. No alto Fabrício era uma personalidade, querido por todos e sempre gostava de curtir a boêmia do bairro. A última vez que o vi, foi há uns quatro meses, passando pela praça Santa Terezinha. Essa é a última imagem que tenho dele e é a que fica de recordação, entre tantas outras boas recordações. Foi uma grande perda e ele sofreu muito antes de nos deixar, mas a vida é assim mesmo. Devemos viver da melhor maneira possível, porque a gente nunca sabe qual será o momento de deixar esse mundo". 
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