26/04/2017 às 21h21min - Atualizada em 26/04/2017 às 21h21min

Segurança pública é tema de reunião

Representantes da Sociedade Civil, Polícia Militar e do Movimento Acorda Uberaba estiveram reunidos com o Executivo, nesta terça-feira (25), a fim de discutirem sobre possíveis iniciativas de segurança pública na cidade. Durante a reunião, foram apresentadas ações de prevenção realizadas pelas secretarias municipais.  O objetivo é promover maior segurança aos moradores, principalmente volta aos jovens.

Durante a reunião, foram discutidas algumas ações preventivas que podem evitar a criminalidade, dentre elas, trabalhos na linha da Educação. “Segurança pública é de responsabilidade de todos. Precisamos unir forças para trabalharmos ações efetivas, não só de prevenção como também de repressão”, comentou o prefeito de Uberaba, Paulo Piau.

Dentre as ações de prevenção promovidas na cidade, está a promoção do tempo integral nas escolas e o projeto de jornada ampliada, que atingem, juntos, mais de 10 mil jovens. O objetivo é fazer com que os alunos participem de atividades esportivas e culturais fora do horário de aula, sem ter que ficar nas ruas. Outras ações preventivas relacionadas à Educação envolvem os jovens com o mercado de trabalho e situa a família no ambiente escolar

Na rua. Já a Secretaria de Desenvolvimento Social enfatizou a ação que atende pessoas em estado de vulnerabilidade, como a Casa de Passagem e a Abordagem Social.

Ainda sobre a segurança na rua, o secretário de Defesa Social, Trânsito e Transportes discutiu aspectos da segurança pública e no trânsito, além da atuação do Olho Vivo e da Guarda Municipal. Além disso, representantes da Fundação Cultural e da Fundação de Esporte e Lazer apresentaram as ações que visam promover e inserir a cultura e o esporte à população.

Opinião pública. A reportagem conversou com alguns jovens, que disseram ainda estarem preocupados com a situação da segurança na cidade. Mesmo diante às atividades propostas, é necessário que haja consenso e uma maior fiscalização.

“Infelizmente ainda têm pessoas que não são adeptas às atividades de lazer, cultura e relacionadas a emprego. É por isso que a criminalidade não é cessada. Antes de fazer ações para tirar as pessoas das ruas, é preciso ter uma maior fiscalização para ver o que as pessoas que estão nas ruas andam fazendo. Ainda estamos vulneráveis”, comenta o estudante Marco de Souza, de 17 anos.

Os participantes da reunião disseram que levarão a discussão ao Ministério Público e ao Judiciário, para que sejam tomadas medidas mais cabíveis.


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