13/02/2017 às 22h50min - Atualizada em 13/02/2017 às 22h50min

Infantil veta “forasteiros” e acaba com mata-mata

Novidades no campeonato Infantil da LUF esse ano. No conselho técnico da categoria, realizado nesta segunda-feira, na sede da Liga Uberabense de Futebol, os representantes dos clubes votaram pelo fim da permissão de atletas de fora de Uberaba na competição. Outra mudança é que a disputa não terá mais o “mata-mata”, adotando um hexagonal na fase final.

Representantes de nove equipes estiveram na reunião, mas o torneio pode ter dez times no total, com a presença do Corinthians ou, caso este também não entre, do Butantã (o presidente da Liga, Roberto Carlos Fernandes, descartou o ingresso dos dois; ou um, ou outro, com preferência pelo Corintinha). O Ipiranga, que havia manifestado interesse em participar, desistiu. Assim, estão confirmados Uberaba Sport, Independente, Fabrício, Nacional, Merceana, Atlético, Pinheiros, Beira Rio e Arem.

O certame terá duas fases. Na primeira, os nove ou dez times jogam entre si, e os seis mais bem colocados se classificam para o hexagonal final. Aí, novamente jogam todos contra todos, em turno único, e o primeiro colocado é o campeão. Mesmo sem uma final, o vice também será premiado.

Sem forasteiros – Por sugestão dos próprios representantes dos clubes, o campeonato não terá mais atletas de fora de Uberaba. Na votação, sete dirigentes escolheram mudar essa regra, e dois foram a favor de manter como estava (permitindo três jogadores de fora). Os presentes se comprometeram a adotar o mesmo critério também nas demais categorias de base.

O Infantil, competição sub-15, começa no dia 12 de março (estava marcado para dia 5, mas a data também mudou a pedido dos cartolas).

Taxa –Sobre o convênio com a Funel, que custeia a arbitragem, Roberto informou que não há novidades e que os clubes podem ter que assumir as despesas com as taxas.

O presidente da LUF disse que se reunirá nesta terça-feira com o secretário da Fazenda, Wellington Fontes, e até o fim da semana espera se encontrar com o prefeito Paulo Piau para poder dar uma resposta aos clubes.

No caso do Infantil, apesar das dificuldades declaradas, os representantes afirmaram que dariam um jeito de bancar os custos da arbitragem, caso o convênio não seja firmado. Por jogo, cada equipe pagaria R$ 54,50 (por um árbitro e o mesário) ou R$ 91,50 (pelo trio completo, com os bandeiras, mais o mesário).


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