11/02/2017 às 20h14min - Atualizada em 11/02/2017 às 20h14min

Contratações movimentam os bastidores do futebol amador

Enquanto o Amador não começa, o “mercado da bola” movimenta os bastidores. Nas resenhas, o papo são as contratações dos clubes. Algumas são anunciadas, mas acabam não se concretizando. Outras são confirmadas e viram assunto para os boleiros.

O Bonsucesso mantém a base forte. A equipe anunciou a renovação do goleiro Gustavo, do lateral-direito Pelezinho e do zagueiro Titinho. O BAC também “repatriou” o lateral-esquerdo Vandier.

Nos times do Módulo B, as negociações são mais agitadas, afinal, a Segundona começa no mês que vem.

No Santa Marta, o atacante Reginho e o goleiro Maicon acabaram não acertando. Outro tricolor, o Atlético, foi o destino do arqueiro, que está de volta ao terreiro do Galo. Mas o Santa agiu rápido e fechou com o goleiro Zé Neto, que tem no currículo os títulos do Junior com os rivais Uberaba e Nacional, sendo um dos menos vazado da categoria em 2015, pelo Naça.

Já Reginho foi para o Vila Esperança, que está montando um elenco de primeira. Para o gol, trouxe Xandão, ex-Barcelona, o menos vazado e eleito para a Seleção REPLAY do Módulo A no ano passado. Do Peirópolis campeão de 2016 vêm o volante Luiz Bispo (também da Seleção REPLAY), o meia Zé Maria e o atacante Marcelo Moreira.

O Olímpico anunciou como reforços o goleiro Alexandre, o volante Tiziu e o atacante Rafael Pelé, e renovou com jogadores importantes, como o zagueiro Joylson (autor de um dos mais belos gols do ano passado) e o atacante Flávio. No Costa Teles, entre os que permanecem está o atacante Lincoln, dono de gols importantes no hexagonal final do Módulo C da última temporada, quando a equipe conquistou o acesso.

No Vila Militar, a base foi mantida. As caras novas são os atacantes Fred e Bruninho. O meia Wellington é um reforço que já estava no elenco - ele pouco atuou no ano passado, por causa de uma cirurgia. O presidente Eurípedes Paiva destaca que o clube não paga ninguém. “O que podemos oferecer para jogador é carinho. Se ele quiser um abraço, vai ganhar. Além disso, toda quinta temos nossa resenha. Não temos dinheiro, aqui é time amador, e amador de verdade não paga”.

O dirigente conta que a turma do Vila Militar promove ações sociais. “Nós fazemos eventos, mas ao invés de dar dinheiro para jogador, preferimos ajudar quem precisa. E sempre tentamos conseguir emprego para os jogadores, por isso muitos estão com a gente. Aqui ninguém recebe para jogar e vai continuar assim”, finaliza.


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