07/02/2017 às 20h52min - Atualizada em 07/02/2017 às 20h52min

Disputa boa por vaga no ataque do USC

O técnico do Uberaba, Wantuil Rodrigues, já adiantou que tem praticamente definido a equipe titular para a estreia no Mineiro Módulo II. A dúvida é no ataque. O treinador confirma o meia Jouberth e os atacantes Eskilo e Bruno Henrique como titulares. Quem fica com a vaga restante?

No último sábado, contra o Siderúrgica, o ataque foi formado por Bruno Henrique, Léo Torres e Baianinho (Eskilo foi poupado, por conta de uma lesão). Além de Torres e Baianinho, o lugar vago tem outros concorrentes: Paulinho, Rodrigo Dias e, quando voltar de contusão, Rudimar. Se o técnico preferir escalar outro meia, Allan Patrick e Hércules são os concorrentes.

Todavia, Wantuil deve usar mesmo o esquema com um meia e três atacantes. Baianinho e Léo Torres jogaram pela primeira vez como titulares no último jogo e foram elogiados pelo treinador alvirrubro.

Baianinho espera beliscar a vaga e acredita que sua exibição no sábado o credencia. Ele fez o primeiro gol contra o Siderúrgica, estava na jogada que resultou no segundo, que foi contra, e se movimentou bem. “O professor deixou claro que no ataque não tem vaga fixa para nenhum jogador. Espero ter agradado tanto ele quanto a torcida. Vou buscando meu espaço aos poucos, espero jogar na próxima partida e fazer uma boa atuação”.

O atacante gosta do sistema que o Uberaba vem usando. “Essa formação 4-3-2-1 é boa para mim que jogo na beirada, fico aberto fazendo o ‘facão’ o tempo todo, o time tem facilidade de jogar nessa formação”.

Léo Torres também acredita que a atuação de sábado pode fazer o técnico optar por ele, que fez um gol e teve outras chances. “Estou trabalhando firme para conseguir o espaço, o grupo tem respondido bem ao que o professor tem pedido e comigo não é diferente, estou buscando minha oportunidade”.

O esquema usado também agrada Torres. “O professor propões um jogo bem ofensivo, com muita movimentação, e isso me ajuda, já que velocidade, drible, são características minhas”.

Mesmo se não for titular, o atacante espera uma chance para mostrar seu futebol durante os jogos. “A gente quer jogar, iniciar, mas sabe que entram só onze; quem ficar de fora e puder entrar, com certeza vai colaborar”.

O pensamento é o mesmo de Baianinho. “Independente de quem for jogar, um time que quer subir não pode pensar só nos onze, e sim no elenco, tem que ter um grupo forte”.


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