07/02/2017 às 20h48min - Atualizada em 07/02/2017 às 20h48min

Quarto lote de vacinas da febre amarela chega em Uberaba

A Secretaria de Saúde recebeu, nesta segunda-feira (6), o quarto lote da vacina da febre amarela. Ao todo, oito mil doses da vacina forem entregues e serão distribuídas na área urbana e rural de Uberaba. A partir desta terça-feira (7), uma unidade móvel percorrerá na zona rural, a fim de vacinar famílias em fazendas que estão na divisa do município com Sacramento. A medida foi adotada depois que a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MG) confirmou a morte de macacos por febre amarela na cidade vizinha.

Segundo o diretor da Vigilância Epidemiológica, Robert Boaventura, a unidade móvel passará na área rural ao logo desta semana. Apenas as doses de febre amarela serão aplicadas in loco.“A equipe visitará as fazendas para avaliar o cartão de vacinação das pessoas e fazer a atualização exclusivamente quanto a febre amarela. Caso seja detectado a falta de atualizar outras vacinas, a pessoa será indicada a procurar o posto de saúde mais próximo”, explica Boaventura.

A coordenadora de uma das unidades de saúde da cidade, Mariana Borges, conta que as doses já chegaram nas unidades e elas serão aplicadas apenas às terças e quintas-feiras, das 8h às 16h, conforme já divulgado pela Secretaria de Saúde.

“As vacinas são suficientes e a população que ainda não se vacinou, deve procurar qualquer unidade de saúde e garantir a imunização”, conta a coordenadora.

Orientação.A Secretaria de Saúde, conforme orienta o Ministério da Saúde, salienta que uma pessoa precisa tomar apenas duas doses da vacina contra a febre amarela na vida, para estar totalmente imunizada. O esquema vacinal ocorre quando criança, aos nove meses, quando é ministrada a primeira dose e, depois, aos quatro anos, com o reforço.

Quem nunca tomou a vacina, deve tomar a primeira dose e, 10 anos depois, deve tomar o reforço para estar livre da infecção. Quem estiver na casa da terceira idade, ou seja, acima dos 60 anos, é necessária a apresentação de uma prescrição médica, que avalie se existe algum risco em se tomar a vacina. A orientação é que a prescrição médica seja feita pelo profissional que acompanha o histórico clínico do paciente.


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